Alguns dados recentes divulgados pela RJ Metrics parecem levar a uma conclusão de que o Twitter, depois de uma fase de ouro, poderia estar começando a perder fôlego (veja o reporte todo aqui). Resumidamente, estas são algumas conclusões da análise:
Os usuários têm, em média, 27 seguidores. Em agosto do ano passado, a média era de 42.
Houve queda de 20% no ritmo de novas inscrições, desde julho passado. Hoje são cerca de 3 novas contas por segundo.
1/4 das contas no Twitter não possui seguidores. 40% nunca tuitou. No mês de dezembro passado, apenas 17% dos usuários enviou algum tweet pelo serviço.
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Interessante apresentação de slides montada pela TrendsSpotting.com, que catei no Twitter da Rosana Fortes, dá conta das tendências de mercado e de consumo durante a recessão nos EUA a partir do cruzamento de dados de alguns setores da indústria.
Algumas tendências interessantes, como a escolha de produtos alimentícios locais e a diminuição na experimentação de marcas novas e o aumento de consumo de refeições em casa são alguns indicadores bem interessantes. No campo das telecomunicações, é significativo perceber que, mesmo com a crise, os consumidores querem cada vez mais banda larga e desejam ter smartphones para acesso móvel, ao mesmo tempo ...
Até pouco tempo atrás, tinha-se uma visão da Internet, refletida nos planos de mídia e nos planejamentos, como sendo uma mídia com forte penetração nas classes A e B e entre os formadores de opinião, desconsiderando-a frequentemente quando em campanhas voltadas ao público da classe C. Uma visão até certo ponto segregacionista e exclusivista que, com o passar do tempo acabou tendo a necessidade de ser revista.
Lembro até de uma propaganda do Brasil Online, pelos idos de 96, na qual um funcionário que ficava até tarde no trabalho descobria estupefato que o faxineiro tinha uma conta de e-mail. Nada de ...
Se você procurava argumentos para defender o uso dos canais de mídia social, um dos melhores pode ser, quem diria, o retorno financeiro e de valor de marca.
Uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e pela WetPaint analisou o engajamento das 100 maiores marcas do mundo em relação às mídias sociais e resultou no relatório ENGAGEMENTEdb - Social Media Brand Engagement Database (que pode ser baixado aqui em PDF), que trouxe resultados bastante interessantes e que ajudam a defender o investimento em mídias sociais pelo argumento do retorno financeiro.
O resultado mais significativo divulgado foi o de que as companhias mais engajadas ...
No primeiro post desta série, uma questão ficou em aberto de propósito: O que as empresas pensam sobre as redes sociais e seus riscos e como gerenciá-los de forma eficaz? Vamos às respostas dadas pelas próprias empresas, então.
Li recentemente no ótimo A Quinta Onda, de Mauro Segura, a informação sobre a publicação de um whitepaper chamado “Social Media: Embracing the Opportunities, Averting the Risks” (em tradução literal, Mídias Sociais: Abraçando as Oportunidades, Prevenindo os Riscos), desenvolvido pela agência Russel & Herder e pelo Ethos Business Law e baseado em entrevistas com 438 executivos norteamericanos, que traz alguns dados bem interessantes e elucidativos.
Por exemplo, ...
Constantemente preocupadas com a confidencialidade de suas informações, a percepção de sua imagem, a sua reputação e os riscos de segurança, são muitos os motivos apresentados pelas empresas para justificar sua não participação em redes sociais e a inexistência de políticas quanto ao uso das mesmas por parte de seu corpo funcional. Na ausência de uma resposta definitiva para a pergunta do título, vamos nos focar nesta série em alguns destes argumentos e buscar apresentar uma outra perspectiva, mais favorável às redes sociais.
Para as empresas baseadas nos modelos tradicionais de comunicação, é consensual que se tenha o controle de todas as informações ...
Os dados se referem aos Estados Unidos, mas são um bom termômetro para os profissionais de comunicação.
Estudo da empresa de estatísticas na web comScore, divulgado no início deste mês, aponta que, no mês de julho, 21% dos anúncios na web foram veiculados em redes sociais, sendo que apenas o MySpace e Facebook, juntos, foram responsáveis por 80% destas veiculações.
As redes sociais hoje concorrem fortemente com as empresas de Internet estabelecidas, como a AOL, do grupo Time Warner, e o Yahoo!, por muito tempo os principais veículos online para grandes anunciantes.
Tal dado reflete-se em outra pesquisa, do Center for Media Research, ...
Gabriel Ramalho (Gabs), 30 anos, é publicitário e designer gráfico. Tem particular experiência em Comunicação Integrada e Mídias Digitais, seja no Planejamento e execução de ações de Comunicação Interna, seja na análise de planos de mídia web | Mais sobre o Autor | Contato.